Dr. Martin Luther BIBLE
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A Igreja Católica-

Romana

O Conflito dos Séculos, E. G. White,

págs. 563, 564

„A   opinião   de   que   não   é   de   conseqüência   alguma   o   que   os homens   creiam,   é   um   dos   enganos   mais   bem-sucedidos   de Satanás.    Ele    sabe    que    a    verdade,    recebida    por    amor    à mesma,   santifica   a   alma   de   quem   a   recebe;   portanto,   está constantemente   a   procurar   substituí-la   por   falsas   teorias   e fábulas,   ou   por   outro   evangelho.   Desde   o   princípio   os   servos de    Deus    têm    contendido    com    os    falsos    ensinadores,    não meramente       como       homens       corruptos,       mas       como inculcadores   de   falsidades   que   seriam   fatais   à   alma.   Elias, Jeremias,   Paulo,   firme   e   destemidamente   se   opunham   aos que   estavam   desviando   os   homens   da   Palavra   de   Deus.   A liberalidade    que    considera    como    sendo    sem    importância uma   fé   religiosa   correta,   não   encontrava   apoio   algum   por parte daqueles santos defensores da verdade. As    interpretações    vagas    e    imaginosas    das    Escrituras,    as muitas   teorias   contraditórias   concernentes   à   fé   religiosa,   as quais   se   encontram   no   mundo   cristão,   são   obra   de   nosso grande   adversário   para   confundir   o   espírito   de   tal   maneira que não saiba distinguir a verdade. Com   o   intuito   de   sustentar   doutrinas   errôneas   ou   práticas anticristãs,     alguns     apanham     passagens     das     Escrituras separadas    do    contexto,    citando    talvez    a    metade    de    um simples    versículo,    como    prova    de    seu    ponto    de    vista, quando    a    parte    restante    mostraria    ser    bem    contrário    o sentido.   Com   a   astúcia   da   serpente,   entrincheiram-se   por trás   de   declarações   desconexas,   interpretadas   de   maneira   a convir        a        seus        desejos        carnais.        Muitos        assim voluntariamente    pervertem    a    Palavra    de    Deus.    Outros, possuindo    ativa    imaginação,    lançam    mão    das    figuras    e símbolos     das     Escrituras     Sagradas,     interpretam-nos     de acordo     com     sua     vontade,     tendo     em     pouca     conta     o testemunho   das   Escrituras   como   seu   próprio   intérprete,   e então apresentam suas fantasias como ensinos da Bíblia. Quando    quer    que    o    estudo    das    Escrituras    se    inicie    sem espírito   de   oração,   humildade   e   docilidade,   as   passagens mais    claras    e    simples,    bem    como    as    mais    difíceis,    serão torcidas    do    seu    verdadeiro    sentido.    Os    dirigentes    papais escolhem   as   partes   das   Escrituras   que   melhor   servem   a   seu propósito,    interpretam-nas    de    modo    a    lhes    convirem,    e então   as   apresentam   ao   povo,   ao   mesmo   tempo   em   que   lhe negam     o     privilégio     de     estudar     a     Escritura     Sagrada     e compreender   por   si   mesmos   suas   santas   verdades.   A   Bíblia inteira   deveria   ser   dada   ao   povo   tal   qual   é.   Melhor   lhe   seria não    ter    nenhuma    instrução    bíblica    do    que    receber    os ensinos       das       Santas       Escrituras       tão       grosseiramente desvirtuados.“

O Conflito dos Séculos, págs. 617-619

„A   Igreja   Católica   Romana,   unindo   as   formas   do   paganismo com    as    do    cristianismo,    e,    à    semelhança    do    primeiro, representando   falsamente   o   caráter   de   Deus,   tem   recorrido a    práticas    não    menos    cruéis    e    revoltantes.    Nos    dias    da supremacia   de   Roma,   houve   instrumentos   de   tortura   para forçar   o   assentimento   a   suas   doutrinas.   Houve   a   fogueira para   os   que   não   queriam   admitir   suas   exigências.   Houve massacres   em   proporções   que   jamais   serão   conhecidos   até que    se    revelem    no    dia    do    juízo.    Os    dignitários    da    igreja, dirigidos   por   seu   chefe   Satanás,   dedicavam-se   a   inventar meios   para   produzir   a   maior   tortura   possível   antes   de   pôr termo    à    vida    das    vítimas.    Em    muitos    casos    o    processo infernal    era    repetido    ao    limite    extremo    da    resistência humana,   até   que   a   natureza   capitulava   na   luta   e   o   sofredor saudava a morte como doce alívio. Se     quisermos     compreender     a     decidida     crueldade     de Satanás,   manifestada   no   transcurso   dos   séculos,   não   entre os   que   jamais   ouviram   algo   acerca   de   Deus,   mas   no   próprio coração   da   cristandade   e   através   da   mesma   em   toda   a   sua extensão,     temos     apenas     de     olhar     para     a     história     do romanismo.   Por   meio   deste   gigantesco   sistema   de   engano, o   príncipe   do   mal   leva   a   efeito   seu   propósito   de   acarretar   a desonra   a   Deus   e   a   desgraça   ao   homem.   E,   vendo   nós   como consegue   disfarçar-se   e   realizar   a   sua   obra   por   intermédio dos   dirigentes   da   igreja,   melhor   podemos   compreender   o motivo   de   ter   tão   grande   aversão   à   Escritura   Sagrada.   Se este    Livro    for    lido,    a    misericórdia    e    amor    de    Deus    serão revelados;   ver-se-á   que   Ele   não   impõe   aos   homens   nenhum desses    pesados    fardos.    Tudo    que    requer    é    um    coração quebrantado e contrito, um espírito humilde e obediente. Cristo   não   dá   em   Sua   vida   nenhum   exemplo   que   autorize   os homens    e    mulheres    a    se    encerrarem    em    mosteiros    sob pretexto   de   se   prepararem   para   o   Céu.   Jamais   ensinou   que o   amor   e   a   simpatia   devem   ser   reprimidos.   O   coração   de Jesus    transbordava    de    amor.    Quanto    mais    o    homem    se aproxima     da     perfeição     moral,     mais     acentuada     é     sua sensibilidade,   mais   aguda   a   percepção   do   pecado   e   mais profunda   a   simpatia   para   com   os   aflitos.   O   papa   pretende ser   o   vigário   de   Cristo;   mas   como   se   poderá   comparar   o   seu caráter   com   o   de   nosso   Salvador?   Viu-se   alguma   vez   Cristo condenar   homens   à   prisão   ou   ao   instrumento   de   tortura, porque   não   Lhe   renderam   homenagem   como   Rei   do   Céu? Acaso   foi   Sua   voz   ouvida   a   sentenciar   à   morte   os   que   O   não aceitaram?   Quando   foi   menosprezado   pelo   povo   da   aldeia samaritana,   o   apóstolo   João   se   encheu   de   ira   e   perguntou: “Senhor,   queres   que   digamos   que   desça   fogo   do   céu   e   os consuma,     como     Elias     também     o     fez?”     Jesus     olhou, compassivo,   para   o   discípulo   e   censurou-lhe   a   severidade, dizendo:   “O   Filho   do   homem   não   veio   para   destruir   as   almas dos    homens,    mas    para    salvá-las.”    Luc.    9:54    e    56.    Quão diferente    do    espírito    manifestado    por    Cristo    é    o    de    Seu professo vigário!“

O Conflito dos Séculos, pág. 619

A   Igreja   de   Roma   apresenta   hoje   ao   mundo   uma   fronte serena,     cobrindo     de     justificações     o     registro     de     suas horríveis   crueldades.   Vestiu-se   com   roupagens   de   aspecto cristão;      não      mudou,      porém.      Todos      os      princípios formulados    pelo    papado    em    épocas    passadas,    existem ainda   hoje.   As   doutrinas   inventadas   nas   tenebrosas   eras ainda   são   mantidas.   Ninguém   se   deve   iludir.   O   papado   que os   protestantes   hoje   se   acham   tão   prontos   para   honrar   é   o mesmo    que    governou    o    mundo    nos    dias    da    Reforma, quando   homens   de   Deus   se   levantavam,   com   perigo   de vida,   a   fim   de   denunciar   sua   iniqüidade.   Possui   o   mesmo orgulho   e   arrogante   presunção   que   dele   fizeram   senhor sobre   reis   e   príncipes,   e   reclamaram   as   prerrogativas   de Deus.   Seu   espírito   não   é   menos   cruel   e   despótico   hoje   do que    quando    arruinou    a    liberdade    humana    e    matou    os santos do Altíssimo. O    papado    é    exatamente    o    que    a    profecia    declarou    que havia   de   ser:   a   apostasia   dos   últimos   tempos   (II   Tess.   2:3   e 4).   Faz   parte   de   sua   política   assumir   o   caráter   que   melhor cumpra   o   seu   propósito;   mas   sob   a   aparência   variável   do camaleão,   oculta   o   invariável   veneno   da   serpente.   “Não   se deve   manter   a   palavra   empenhada   aos   hereges,   nem   com pessoas   suspeitas   de   heresias”,   declara   Roma.   –   História do     Concílio     de     Constança,     de     Lenfant.     Deverá     esta potência,    cujo    registro    milenar    se    acha    escrito    com    o sangue   dos   santos,   ser   hoje   reconhecida   como   parte   da igreja de Cristo?“

The Great Controversy, pp. 580, 704

„Protestants   little   know   what   they   are   doing   when   they propose   to   accept   the   aid   of   Rome   in   the   work   of   Sunday exaltation.   While   they   are   bent   upon   the   accomplishment of   their   purpose,   Rome   is   aiming   to   re-establish   her   power, to   recover   her   lost   supremacy.   Let   history   testify   of   her artful   and   persistent   efforts   to   insinuate   herself   into   the affairs   of   nations;   and   having   gained   a   foothold,   to   further her    own    aims,    even    at    the    ruin    of    princes    and    people. Romanism   openly   puts   forth   the   claim   that   the   pope   „can pronounce   sentences   and   judgments   in   contradiction   to right     of     nations,     to     the     law     of     God     and     man.“      (The Decretalia.“) „PIUS   IX.   AND   THE   DECREE   OF   INFALLIBILITY.   -   From   Mr. Gladestone‘s    tract,    „The    Vatican    Decrees,“    we    condense the    following    brief    account    of    the    promulgation    of    the decree    of    infallibility    under    Pope    Pius    IX.:    The    Vatican Council     was     solemnly     opened,     amid     the     sound     of innumerable   bells   and   the   cannon   of   St.   Angelo,   December 8,   1869,   in   the   Basilica   of   the   Vatican.   At   the   fourth   public session,   July   18,   1870,   the   decree   of   papal   infallibility   was proclaimed.   This   decree   not   only   asserts   the   power   of   the Roman   pontiff   over   all   other   churches,   but   attributes   to him   „an   immediate    jurisdiction,   to   which   all   Catholics,   both pastors   and   people,   are   bound   to   submit   in   matters   not only    of    faith    and    morals,    but    even    of    discipline    and government.“   It   declares   that   the   pope,   when   speaking   „in his    official    capacity,    to    the    Christian    world    on    subjetcs relating    to    faith    and    morals,    is    infallible,“     and    that    his decisions are final and irreverable. This     crowning     act     of     papal     blasphemy     was     speedily followed   by   the   fall   of   the   pope‘s   temporal   sovereignty.   On the   second   of   September,   1870,   six   weeks   from   the   time when    the    decree    of    infallibility    was    proclaimed,    „the French   Empire,   which   had   been   the   main   support   of   the temporal   power   of   the   pope,   collapsed   with   the   surrender of   Napoleon   III.,   at   the   old   Huguenot   stronghold   of   Sedan, to    the    Protestant    King    William    of    Prussia;    and    on    the twentieth   of   September   the   Italian   troops,   in   the   name   of King    Victor    Emanuel,    took    possession    of    Rome,    as    the future   capital   of   united   Italy.“   From   the   day   when   Pius   IX. appeared       before       the       people       of       Rome,       at       the announcement   of   his   infallibility,   he   was   never   again   seen in   public.   Shorn   of   his   temporal   power,   and   disclaining   to own   himself   subject   to   the   national   authority,   the   proud pontiff   of   Rome   continued,   until   his   death,   in   1878,   a   self- constituted prisoner in the palace of the Vatican.“ Hebreus    7,11    „De    sorte    que,    se    a    perfeição    fosse    pelo sacerdócio   levítico   (porque   sob   ele   o   povo   recebeu   a   lei), que    necessidade    havia    logo    de    que    outro    sacerdote    se levantasse,    segundo    a    ordem    de    Melquisedeque,    e    não fosse    chamado    segundo    a    ordem    de    Arão?    (12)    Porque, mudando-se   o   sacerdócio,   necessariamente   se   faz   também mudança   da   lei.   (13)   Porque   aquele   de   quem   estas   coisas se   dizem   pertence   a   outra   tribo,   da   qual   ninguém   serviu ao     altar,     (14)     visto     ser     manifesto     que     nosso     SEnhor procedeu    de    Judá,    e    concernente    a    essa    tribo    nunca Moisés   falou   de   sacerdócio.   (15)   E   muito   mais   manifesto   é ainda,    se    à    semelhança    de    Melquisedeque    se    levantar outro   sacerdote,   (16)   que   não   foi   feito   segundo   a   lei   do mandamento    carnal,    mas    segundo    a    virtude    da    vida incorruptível.    (17)    Porque    dele    assim    se    testifica    (Sal. 110:4):   »Tu   és   sacerdote   eternamente,   Segundo   a   ordem   de Melquisedeque.«   (18)   Porque   o   precedente   mandamento   é ab-rogado     por     causa     da     sua     fraqueza     e     inutilidade. (19)   Pois   a   lei   nenhuma   coisa   aperfeiçoou   e   desta   sorte   é introduzida   uma   melhor   esperança,   pela   qual   chegamos   a YAHWEH.   (20)   E   visto   como   não   é   sem   prestar   juramento: porque   certamente   aqueles,   sem   juramento,   foram   feitos sacerdotes,    (21)    Este,    porém,    com    o    juramento    através daquele     que     lhe     diz:     »YAHWEH     jurou     e     ele     não     se arrependerá     (Salmo     110:4):     Tu     és     um     sacerdote     pela eternidade   segundo   a   ordem   de   Melquisedeque.«   (22)   De tanto   melhor   aliança   Yahshua   foi   feito   fiador.   (23)   E,   na verdade,     aqueles     foram     feitos     sacerdotes     em     grande número,      porque      pela      morte      foram      impedidos      de permanecer,       (24)       mas       este,       porque       permanece eternamente,   tem   um   sacerdócio   perpétuo.   (25)   Portanto, pode    também    salvar    perfeitamente    os    que    por    ele    se chegam   a   YAHWEH,   vivendo   sempre   para   interceder   por eles.   (26)   Porque   nos   convinha   tal   sumo   sacerdote,   santo, inocente,   imaculado,   separado   dos   pecadores,   e   feito   mais sublime   do   que   os   céus;   (27)   que   não   necessitasse,   como   os sumos     sacerdotes,     de     oferecer     cada     dia     sacrifícios, primeiramente   por   seus   próprios   pecados,   e   depois   pelos do   povo;   porque   isto   fez   ele,   uma   vez,   oferecendo-se   a   si mesmo.    (28)    Porque    a    lei    constitui    sumos    sacerdotes    a homens    fracos,    mas    a    palavra    do    juramento,    que    veio depois da lei, constitui ao Filho, perfeito para sempre. Hebreus   8,1   ORA,   a   suma   do   que   temos   dito   é   que   temos um   Sumo   Sacerdote   tal,   que   está   assentado   nos   céus   à destra    do    trono    da    majestade,    (2)    e    é    um    servo    na santidade    e    no    tabernáculo    verdadeiro,    que    YAHWEH erigiu e nenhuma pessoa.“
Dr. Martin Luther BIBLE

A Igreja Católica-

Romana

O Conflito dos Séculos, E. G. White,

págs. 563, 564

„A   opinião   de   que   não   é   de   conseqüência   alguma o   que   os   homens   creiam,   é   um   dos   enganos   mais bem-sucedidos     de     Satanás.     Ele     sabe     que     a verdade,   recebida   por   amor   à   mesma,   santifica   a alma      de      quem      a      recebe;      portanto,      está constantemente     a     procurar     substituí-la     por falsas   teorias   e   fábulas,   ou   por   outro   evangelho. Desde     o     princípio     os     servos     de     Deus     têm contendido     com     os     falsos     ensinadores,     não meramente   como   homens   corruptos,   mas   como inculcadores   de   falsidades   que   seriam   fatais   à alma.        Elias,        Jeremias,        Paulo,        firme        e destemidamente   se   opunham   aos   que   estavam desviando    os    homens    da    Palavra    de    Deus.    A liberalidade     que     considera     como     sendo     sem importância     uma     fé     religiosa     correta,     não encontrava     apoio     algum     por     parte     daqueles santos defensores da verdade. As     interpretações     vagas     e     imaginosas     das Escrituras,     as     muitas     teorias     contraditórias concernentes      à      fé      religiosa,      as      quais      se encontram   no   mundo   cristão,   são   obra   de   nosso grande   adversário   para   confundir   o   espírito   de tal maneira que não saiba distinguir a verdade. Com   o   intuito   de   sustentar   doutrinas   errôneas ou       práticas       anticristãs,       alguns       apanham passagens   das   Escrituras   separadas   do   contexto, citando      talvez      a      metade      de      um      simples versículo,    como    prova    de    seu    ponto    de    vista, quando    a    parte    restante    mostraria    ser    bem contrário   o   sentido.   Com   a   astúcia   da   serpente, entrincheiram-se      por      trás      de      declarações desconexas,   interpretadas   de   maneira   a   convir   a seus         desejos         carnais.         Muitos         assim voluntariamente   pervertem   a   Palavra   de   Deus. Outros,     possuindo     ativa     imaginação,     lançam mão     das     figuras     e     símbolos     das     Escrituras Sagradas,    interpretam-nos    de    acordo    com    sua vontade,   tendo   em   pouca   conta   o   testemunho das    Escrituras    como    seu    próprio    intérprete,    e então   apresentam   suas   fantasias   como   ensinos da Bíblia. Quando    quer    que    o    estudo    das    Escrituras    se inicie     sem     espírito     de     oração,     humildade     e docilidade,   as   passagens   mais   claras   e   simples, bem   como   as   mais   difíceis,   serão   torcidas   do   seu verdadeiro       sentido.       Os       dirigentes       papais escolhem    as    partes    das    Escrituras    que    melhor servem     a     seu     propósito,     interpretam-nas     de modo   a   lhes   convirem,   e   então   as   apresentam   ao povo,    ao    mesmo    tempo    em    que    lhe    negam    o privilégio     de     estudar     a     Escritura     Sagrada     e compreender      por      si      mesmos      suas      santas verdades.    A    Bíblia    inteira    deveria    ser    dada    ao povo     tal     qual     é.     Melhor     lhe     seria     não     ter nenhuma    instrução    bíblica    do    que    receber    os ensinos          das          Santas          Escrituras          tão grosseiramente desvirtuados.“

O Conflito dos Séculos, págs. 617-619

„A   Igreja   Católica   Romana,   unindo   as   formas   do paganismo      com      as      do      cristianismo,      e,      à semelhança        do        primeiro,        representando falsamente   o   caráter   de   Deus,   tem   recorrido   a práticas    não    menos    cruéis    e    revoltantes.    Nos dias        da        supremacia        de        Roma,        houve instrumentos       de       tortura       para       forçar       o assentimento   a   suas   doutrinas.   Houve   a   fogueira para      os      que      não      queriam      admitir      suas exigências.   Houve   massacres   em   proporções   que jamais   serão   conhecidos   até   que   se   revelem   no dia    do    juízo.    Os    dignitários    da    igreja,    dirigidos por   seu   chefe   Satanás,   dedicavam-se   a   inventar meios    para    produzir    a    maior    tortura    possível antes    de    pôr    termo    à    vida    das    vítimas.    Em muitos   casos   o   processo   infernal   era   repetido   ao limite   extremo   da   resistência   humana,   até   que   a natureza   capitulava   na   luta   e   o   sofredor   saudava a morte como doce alívio. Se   quisermos   compreender   a   decidida   crueldade de     Satanás,     manifestada     no     transcurso     dos séculos,   não   entre   os   que   jamais   ouviram   algo acerca    de    Deus,    mas    no    próprio    coração    da cristandade   e   através   da   mesma   em   toda   a   sua extensão,   temos   apenas   de   olhar   para   a   história do     romanismo.     Por     meio     deste     gigantesco sistema    de    engano,    o    príncipe    do    mal    leva    a efeito    seu    propósito    de    acarretar    a    desonra    a Deus   e   a   desgraça   ao   homem.   E,   vendo   nós   como consegue   disfarçar-se   e   realizar   a   sua   obra   por intermédio     dos     dirigentes     da     igreja,     melhor podemos     compreender     o     motivo     de     ter     tão grande   aversão   à   Escritura   Sagrada.   Se   este   Livro for    lido,    a    misericórdia    e    amor    de    Deus    serão revelados;     ver-se-á     que     Ele     não     impõe     aos homens    nenhum    desses    pesados    fardos.    Tudo que     requer     é     um     coração     quebrantado     e contrito, um espírito humilde e obediente. Cristo   não   dá   em   Sua   vida   nenhum   exemplo   que autorize   os   homens   e   mulheres   a   se   encerrarem em    mosteiros    sob    pretexto    de    se    prepararem para    o    Céu.    Jamais    ensinou    que    o    amor    e    a simpatia    devem    ser    reprimidos.    O    coração    de Jesus    transbordava    de    amor.    Quanto    mais    o homem    se    aproxima    da    perfeição    moral,    mais acentuada    é    sua    sensibilidade,    mais    aguda    a percepção   do   pecado   e   mais   profunda   a   simpatia para    com    os    aflitos.    O    papa    pretende    ser    o vigário   de   Cristo;   mas   como   se   poderá   comparar o   seu   caráter   com   o   de   nosso   Salvador?   Viu-se alguma   vez   Cristo   condenar   homens   à   prisão   ou ao    instrumento    de    tortura,    porque    não    Lhe renderam   homenagem   como   Rei   do   Céu?   Acaso foi   Sua   voz   ouvida   a   sentenciar   à   morte   os   que   O não   aceitaram?   Quando   foi   menosprezado   pelo povo   da   aldeia   samaritana,   o   apóstolo   João   se encheu   de   ira   e   perguntou:   “Senhor,   queres   que digamos   que   desça   fogo   do   céu   e   os   consuma, como      Elias      também      o      fez?”      Jesus      olhou, compassivo,    para    o    discípulo    e    censurou-lhe    a severidade,    dizendo:    “O    Filho    do    homem    não veio    para    destruir    as    almas    dos    homens,    mas para   salvá-las.”   Luc.   9:54   e   56.   Quão   diferente   do espírito    manifestado    por    Cristo    é    o    de    Seu professo vigário!“

O Conflito dos Séculos, pág. 619

A    Igreja    de    Roma    apresenta    hoje    ao    mundo uma   fronte   serena,   cobrindo   de   justificações   o registro   de   suas   horríveis   crueldades.   Vestiu-se com   roupagens   de   aspecto   cristão;   não   mudou, porém.     Todos     os     princípios     formulados     pelo papado   em   épocas   passadas,   existem   ainda   hoje. As    doutrinas    inventadas    nas    tenebrosas    eras ainda   são   mantidas.   Ninguém   se   deve   iludir.   O papado   que   os   protestantes   hoje   se   acham   tão prontos   para   honrar   é   o   mesmo   que   governou   o mundo   nos   dias   da   Reforma,   quando   homens   de Deus   se   levantavam,   com   perigo   de   vida,   a   fim de    denunciar    sua    iniqüidade.    Possui    o    mesmo orgulho   e   arrogante   presunção   que   dele   fizeram senhor   sobre   reis   e   príncipes,   e   reclamaram   as prerrogativas   de   Deus.   Seu   espírito   não   é   menos cruel   e   despótico   hoje   do   que   quando   arruinou   a liberdade     humana     e     matou     os     santos     do Altíssimo. O     papado     é     exatamente     o     que     a     profecia declarou    que    havia    de    ser:    a    apostasia    dos últimos   tempos   (II   Tess.   2:3   e   4).   Faz   parte   de   sua política   assumir   o   caráter   que   melhor   cumpra   o seu   propósito;   mas   sob   a   aparência   variável   do camaleão,      oculta      o      invariável      veneno      da serpente.     “Não     se     deve     manter     a     palavra empenhada     aos     hereges,     nem     com     pessoas suspeitas   de   heresias”,   declara   Roma.   –   História do    Concílio    de    Constança,    de    Lenfant.    Deverá esta    potência,    cujo    registro    milenar    se    acha escrito     com     o     sangue     dos     santos,     ser     hoje reconhecida como parte da igreja de Cristo?“

The Great Controversy, pp. 580, 704

„Protestants    little    know    what    they    are    doing when   they   propose   to   accept   the   aid   of   Rome   in the   work   of   Sunday   exaltation.   While   they   are bent   upon   the   accomplishment   of   their   purpose, Rome    is    aiming    to    re-establish    her    power,    to recover   her   lost   supremacy.   Let   history   testify   of her    artful    and    persistent    efforts    to    insinuate herself    into    the    affairs    of    nations;    and    having gained   a   foothold,   to   further   her   own   aims,   even at    the    ruin    of    princes    and    people.    Romanism openly   puts   forth   the   claim   that   the   pope   „can pronounce       sentences       and       judgments       in contradiction   to   right   of   nations,   to   the   law   of   God and man.“  (The Decretalia.“) „PIUS    IX.    AND    THE    DECREE    OF    INFALLIBILITY.    - From     Mr.     Gladestone‘s     tract,     „The     Vatican Decrees,“     we     condense     the     following     brief account    of    the    promulgation    of    the    decree    of infallibility    under    Pope    Pius    IX.:    The    Vatican Council   was   solemnly   opened,   amid   the   sound   of innumerable   bells   and   the   cannon   of   St.   Angelo, December   8,   1869,   in   the   Basilica   of   the   Vatican. At   the   fourth   public   session,   July   18,   1870,   the decree   of   papal   infallibility   was   proclaimed.   This decree   not   only   asserts   the   power   of   the   Roman pontiff   over   all   other   churches,   but   attributes   to him    „an    immediate     jurisdiction,    to    which    all Catholics,   both   pastors   and   people,   are   bound   to submit   in   matters   not   only   of   faith   and   morals, but     even     of     discipline     and     government.“     It declares   that   the   pope,   when   speaking   „in   his official     capacity,     to     the     Christian     world     on subjetcs      relating      to      faith      and      morals,      is infallible,“     and    that    his    decisions    are    final    and irreverable. This     crowning     act     of     papal     blasphemy     was speedily     followed     by     the     fall     of     the     pope‘s temporal      sovereignty.      On      the      second      of September,   1870,   six   weeks   from   the   time   when the   decree   of   infallibility   was   proclaimed,   „the French     Empire,     which     had     been     the     main support    of    the    temporal    power    of    the    pope, collapsed   with   the   surrender   of   Napoleon   III.,   at the    old    Huguenot    stronghold    of    Sedan,    to    the Protestant   King   William   of   Prussia;   and   on   the twentieth   of   September   the   Italian   troops,   in   the name   of   King   Victor   Emanuel,   took   possession   of Rome,   as   the   future   capital   of   united   Italy.“   From the    day    when    Pius    IX.    appeared    before    the people    of    Rome,    at    the    announcement    of    his infallibility,   he   was   never   again   seen   in   public. Shorn   of   his   temporal   power,   and   disclaining   to own   himself   subject   to   the   national   authority, the   proud   pontiff   of   Rome   continued,   until   his death,   in   1878,   a   self-constituted   prisoner   in   the palace of the Vatican.“ Hebreus   7,11   „De   sorte   que,   se   a   perfeição   fosse pelo   sacerdócio   levítico   (porque   sob   ele   o   povo recebeu    a    lei),    que    necessidade    havia    logo    de que    outro    sacerdote    se    levantasse,    segundo    a ordem   de   Melquisedeque,   e   não   fosse   chamado segundo      a      ordem      de      Arão?      (12)      Porque, mudando-se    o    sacerdócio,    necessariamente    se faz   também   mudança   da   lei.   (13)   Porque   aquele de   quem   estas   coisas   se   dizem   pertence   a   outra tribo,   da   qual   ninguém   serviu   ao   altar,   (14)   visto ser    manifesto    que    nosso    SEnhor    procedeu    de Judá,   e   concernente   a   essa   tribo   nunca   Moisés falou   de   sacerdócio.   (15)   E   muito   mais   manifesto é   ainda,   se   à   semelhança   de   Melquisedeque   se levantar   outro   sacerdote,   (16)   que   não   foi   feito segundo     a     lei     do     mandamento     carnal,     mas segundo    a    virtude    da    vida    incorruptível.    (17) Porque   dele   assim   se   testifica   (Sal.   110:4):   »Tu   és sacerdote    eternamente,    Segundo    a    ordem    de Melquisedeque.«      (18)      Porque      o      precedente mandamento    é    ab-rogado    por    causa    da    sua fraqueza                            e                            inutilidade. (19)    Pois    a    lei    nenhuma    coisa    aperfeiçoou    e desta       sorte       é       introduzida       uma       melhor esperança,   pela   qual   chegamos   a   YAHWEH.   (20)   E visto   como   não   é   sem   prestar   juramento:   porque certamente     aqueles,     sem     juramento,     foram feitos     sacerdotes,     (21)     Este,     porém,     com     o juramento      através      daquele      que      lhe      diz: »YAHWEH   jurou   e   ele   não   se   arrependerá   (Salmo 110:4):     Tu     és     um     sacerdote     pela     eternidade segundo    a    ordem    de    Melquisedeque.«    (22)    De tanto    melhor    aliança    Yahshua    foi    feito    fiador. (23)      E,      na      verdade,      aqueles      foram      feitos sacerdotes     em     grande     número,     porque     pela morte   foram   impedidos   de   permanecer,   (24)   mas este,   porque   permanece   eternamente,   tem   um sacerdócio      perpétuo.      (25)      Portanto,      pode também   salvar   perfeitamente   os   que   por   ele   se chegam      a      YAHWEH,      vivendo      sempre      para interceder   por   eles.   (26)   Porque   nos   convinha   tal sumo     sacerdote,     santo,     inocente,     imaculado, separado   dos   pecadores,   e   feito   mais   sublime   do que   os   céus;   (27)   que   não   necessitasse,   como   os sumos      sacerdotes,      de      oferecer      cada      dia sacrifícios,     primeiramente     por     seus     próprios pecados,   e   depois   pelos   do   povo;   porque   isto   fez ele,    uma    vez,    oferecendo-se    a    si    mesmo.    (28) Porque     a     lei     constitui     sumos     sacerdotes     a homens   fracos,   mas   a   palavra   do   juramento,   que veio    depois    da    lei,    constitui    ao    Filho,    perfeito para sempre. Hebreus   8,1   ORA,   a   suma   do   que   temos   dito   é que    temos    um    Sumo    Sacerdote    tal,    que    está assentado     nos     céus     à     destra     do     trono     da majestade,   (2)   e   é   um   servo   na   santidade   e   no tabernáculo    verdadeiro,    que    YAHWEH    erigiu    e nenhuma pessoa.“
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